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Nike Lança Campanha Ouse Ser Brasileiro

A Nike do Brasil lança esta noite a trilha definitiva rumo a 2014: a campanha Ouse Ser Brasileiro, estrelada por Neymar, Thiago Silva, David Luiz, Paulinho e Bernard. A jornada contempla um filme para TV, vídeos e uma série de ações nas redes sociais, mídia online, impressa e externa em todo o país. Em destaque, a autenticidade, a diversidade e a criatividade de um futebol que em campo é simplesmente fenomenal.

O brasileiro não tem um estilo único de jogar. Faz parte da identidade de um país vasto e, ao mesmo tempo, muito diverso. Isso é cultural. Mas, em campo, quando toda essa diferença joga junto, não tem para ninguém. A mistura pode se tornar imbatível“, diz Henry Rabello, vice-presidente de marketing da Nike do Brasil.

O filme-tema da campanha, de 90 segundos, tem participação de grandes atletas da Seleção Brasileira como Neymar, Thiago Silva, David Luiz, Bernard e Paulinho; Além do técnico Luiz Felipe Scolari; o ex-jogador Ronaldo Fenômeno, e a presença especial dos artistas Ivete Sangalo e Thiaguinho.

“Ouse Ser Brasileiro”  surgiu a partir de uma busca da marca em compreender o que cada um desses jogadores extraordinários traz de único e especial para dentro de campo. Foi preciso um estudo profundo não só sobre a trajetória dos atletas, mas também sobre a singularidade dos estilos de jogo. A partir daí, elaborou-se um roteiro conceitual que apresenta as diversas perspectivas durante a partida.

O resultado é um universo completamente diferente para cada um dos boleiros e que ampara suas frases de inspiração: “Joga Moleque” para Neymar; “Cresça em Campo” para Bernard; “Chama a Responsa” para Paulinho; “Manda na Área” para Thiago Silva e “Passa por Cima” para David Luiz.

O filme abre com os jogadores se preparando para o início da partida mais importante das suas vidas em um grande estádio de futebol no Brasil. Logo após o hino, eles se encontram em um círculo para o momento de concentração, tomam seus lugares e o jogo começa.

Então, inicia-se a viagem pela história de Thiago Silva em clima de cinema de noir. Ele é o chefão do Rio de Janeiro na década de 20, “manda na área”, vestido de terno e com o cabelo bem arrumado. Ivete Sangalo observa a tensão. Ele espera a avançada do oponente e rouba a bola, mostrando que aqui é o nosso território.

Voltamos à realidade, e Thiago Silva passa a pelota para Paulinho, que agora vê o jogo como se estivesse jogando na várzea onde foi revelado, e assistido por ilustres como R9, consegue trazer para a realidade toda a garra e coragem de chamar a responsabilidade nas horas mais difíceis.

Mais adiante chegamos às cenas de Felipão. O técnico não mais comanda um time de jovens, mas de crianças de quatro anos de idade vestidas com o uniforme da Seleção, mostrando que ele comanda a seleção como um pai comanda a sua família. Uma das crianças é um pequeno clone de David Luiz, que rapidamente se transforma num super-herói que ganha os contornos do quadrinista brasileiro Rafael Grampá. O roteiro segue nessa cadência entre ficção e realidade até que encontramos Neymar e o desfecho mais que perfeito: o golaço do jogador e a festa de uma torcida que conta com a participação de Thiaguinho.

E a certeza de que ninguém joga como os brasileiros.

Direção

Para retratar a ousadia do brasileiro entre as quatro linhas, a Nike e a agência Wieden+Kennedy Brasil, que assina o filme, convocaram o inglês Daniel Kleinman para a direção. Ele traz no currículo o trabalho em filmes para o cinema, vídeos de artistas internacionais e boleiros ingleses. Mas o diretor confessa: a camisa do Brasil teve um peso especial. 

“É muita responsabilidade criar o filme da nova camisa da Seleção Brasileira”, assume. “É uma grande campanha com uma ideia maravilhosa. Acho que será à altura da camisa da Seleção Brasileira”.

Sobre os bastidores das filmagens, Daniel relembra que ele – e a câmera – se surpreenderam com a velocidade de Bernard. “Ele corre muito e a câmera tentava acompanhá-lo. Foi interessante”, conta. Já sobre David Luiz, o diretor brinca que o futebolista pode até encarar outro futuro depois dos gramados: “Ele  ficou feliz em gravar poucas cenas e com muita emoção. Talvez ele tenha outra carreira depois dessa”.

Efeitos especiais e produção

O maior filme publicitário já criado pela Nike do Brasil traz, além dos desenhos de Rafael Grampá, efeitos especiais de alta tecnologia. Um deles é o “motion control”, em que é possível filmar os movimentos em detalhes para depois manipulá-los no computador, deixando-os menores ou maiores, mais rápidos ou lentos.

Para a história de Bernard cuja frase é “cresça em campo”, a equipe usou a técnica e a acoplou a imagens de pessoas em tamanho real. Juntas, as cenas levam o espectador a uma história de um pequeno atleta que não se amedronta em um campo dominado por gigantes confusos pela rapidez e pela habilidade do pequeno jogador.

Ninguém joga como a gente

Se o Brasil é território das mais diversas manifestações culturais, regiões, paisagens, gostos, sotaques e afins, o jogador também traz toda essa mistura no pé. E essa mistura em campo é sinônimo de vitória. Por isso, diz a campanha, “Ninguém joga como a gente”.

Alegria, autenticidade, audácia, provocação, luta, espontaneidade, fé, imaginação, paixão, determinação, alma. Para a Nike, todas essas características são mais do que a cara do brasileiro: elas são o brasileiro. E transbordam nas jogadas dos nossos atletas.

“O jogador de futebol no Brasil não é um jogador que nasce taticamente equilibrado. É um jogador que improvisa, ousa, modifica e isso a gente não pode fazer diferente dentro de campo. Se ele acrescentar essa qualidade (tática) ao seu jeito de jogar, a equipe brasileira torna-se imbatível”, define o técnico Felipão.

Para o Brasil que tem capacidade de improvisação e a ousadia no DNA, ser fenomenal faz parte do dia a dia. Faz parte de cada partida de futebol. 

Mais informações www.nike.com/ouseserbrasileiro

Ficha Técnica